domingo, 6 de dezembro de 2009




Porque será que desejo não ter medo de alcançar,
estará minha alma preparada para alçar?
Será minha vontade suficientemente capaz de me acompanhar?
Não consigo explicar, mas me vejo no espelho do mar,
De frente pro mundo de costas pro ar.

Uma lagrima me enrola a garganta,
Faz-me repensar, se tenho mesmo a certeza de onde quero estar,
Quando a noite se for e o dia cantar,
Alegremente para me avisar,

que devo acordar ou se devo prosseguir o meu sonhar.

A duvida,O receio e o medo, são primos,
E de mim são cuspidos para nunca voltar.
Mas se nesse trajeto, eu os chamar,
Para mim, sua fonte, vão retornar.

Quero viver,
Mas se esse querer me incomodar,
O farei caminhar por outros cantos,
Que não possa me avistar.

E esperarei a vida,
Para mim ser devolvida límpida ,
Sem vontade e sem temor,
Para que eu possa , dela fazer tudo o que o destino soprou.
reconstruí-la de onde parou.

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