
Quando o ser humano se torna vivo, Trás consigo seus conceitos, seus medos e desejos. Esses, os mesmos que o fizeram se tornar aquilo o que são hoje. Mas quando esse alicerce é quebrado,
por qualquer agente de oscilação dos pensamentos, Uma cratera se abre abaixo dos pés, um redemoinho toma conta do subconsciente, Que passa a mutilar toda a certeza que no passado foi cogitada.
Palavras de difícil compreensão? Pode ser! Mas isso remonta o impasse que me tomou naquele instante... Instante ao qual me rendi, por não saber como testemunhar a favor da minha verdade, verdade que construí
(baseada na pura e crua “minha vida”)
Mas com o compasso do tempo me deixei repensar, que motivos eu não tinha para me calar, pois cada qual constrói sua ânsia do modo como o seu barco resiste as ondas na larga correnteza da vida.
Logo percebi, que bastava pra mim a certeza , de que o que me motivava era a certeza de que eu queria ser feliz. E se assim desejo, devo construir! Receio, De que eu deveria ter? se para mim a vida voltava a sorrir.
Com o repensar das palavras que me fizeram submergir, identifiquei naquelas pessoas um comodismo sem fim, e como são elas capazes de me redimir, Se diante de mim tenho a luz do Deus de Davi?
Voltei a sorrir, ou tentei assim, confesso, ainda não consegui; Pois mesmo sendo colado com toda precisão, meu vaso quebrado outrora caiu e danificou meu chão.
(27/10/2009)
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